Quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

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Mais de 64% da população brasileira está totalmente imunizada contra o coronavírus

Os dados do consórcio de veículos de imprensa divulgados neste domingo (5) mostram que 136.666.885 pessoas tomaram a segunda dose ou dose única de vacinas e, assim, estão totalmente imunizadas. Este número representa 64,07% da população. 159.611.326 pessoas, o que representa 74,82% da população, tomaram ao menos a primeira dose de vacinas. A dose de reforço foi aplicada em 17.805.457 pessoas (8,35% da população).

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 314.083.668 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

De ontem para hoje, houve redução de 27.419 primeiras doses e 62 doses únicas. A segunda dose foi aplicada em 26.097 pessoas e a dose de reforço em 43.179. Considerando as quedas, houve 41.795 novas doses aplicadas.

Os números negativos de primeira dose e dose única são justificados por reduções informadas por dois Estados. Piauí realizou correções nos números de primeira e segunda doses, e Rondônia apresentou redução nos números de primeira dose e dose única.

Os Estados com maior porcentagem da população imunizada (com segunda dose ou dose única) são: São Paulo (76,17%), Mato Grosso do Sul (70,53%), Rio Grande do Sul (69,12%), Santa Catarina (68,64%) e Paraná (67,42%).

Já entre aqueles que mais tem sua população parcialmente imunizada estão São Paulo (81,62%), Santa Catarina (78,48%), Rio Grande do Sul (78,22%), Paraná (77,75%) e Minas Gerais (76,91%).

 

Óbitos

O Brasil registrou neste domingo 66 mortes e 4.844 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas. As médias móveis de óbitos e de infecções ficaram em 194 e 8.884, respectivamente, de acordo com os dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Assim, o País acumula um total de 615.636 mortes e 22.143.091 infecções confirmadas desde o início da pandemia, em março de 2020.

No último sábado (4), o Estado de São Paulo registrou menos de mil pacientes com Covid-19 internados em leitos de UTI pela primeira vez, conforme histórico de monitoramento pelo Censo Covid-19.

André Kalil, médico infectologista e pesquisador da Universidade de Nebraska, reforçou neste domingo que vacinas e medidas restritivas são a melhor forma de prevenção contra a variante Ômicron do coronavírus. “Para a gente prevenir a Ômicron, temos que fazer o que já sabemos nesses dois anos: nós vamos ter que vacinar”, disse Kalil.

Por conta da nova variante do coronavírus, a Ômicron, 23 capitais brasileiras e o Distrito Federal cancelaram as festas de Réveillon. Para o infectologista do Instituto Emílio Ribas Jamal Suleiman, a decisão foi acertada. “Essa decisão [de suspender o Réveillon] é plenamente acertada. A gente vem pontuando que, diante desse cenário, não é recomendável fazer essas aglomerações imensas, que são praxe nesses momentos da passagem de ano e do Carnaval.”

Em entrevista, o infectologista Marcos Boulos explicou que a variante Ômicron preocupa por mutações onde vacinas atuam. “A [Organização Mundial da Saúde] OMS definiu que quando elas recebem uma letra grega, são variantes de risco”, disse Boulos.

Máscaras

De acordo com um estudo divulgado na última semana pelo Instituto Max Planck, da Alemanha, máscaras do tipo PFF2, que são equivalentes as máscaras KN95, oferecem quase 100% de proteção contra o coronavírus.

Segundo os autores do estudo, o risco de um infectado transmitir a doença em um local fechado em uma distância de três metros é alto. Leva menos de cinco minutos para uma pessoa não vacinada parada próxima à uma pessoa com Covid-19 ser infectada com quase 100% de certeza, diz o estudo. No entanto, se ambos estiverem usando máscaras médicas bem ajustadas ou – melhor ainda – máscaras FFP2, o risco cai drasticamente.

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