Segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

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No Brasil, mais de 64% da população está totalmente imunizada; são mais de 136 milhões de pessoas

Os dados do consórcio de veículos de imprensa divulgados neste sábado (4) mostram que 136.640.850 pessoas tomaram a segunda dose ou dose única de vacinas e, assim, estão totalmente imunizadas. Este número representa 64,06% da população.

Um total de 159.638.745 pessoas, o que representa 74,84% da população, tomou ao menos a primeira dose de vacinas. A dose de reforço foi aplicada em 17.762.278 pessoas (8,33% da população).

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 314.041.873 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

Nas últimas 24 horas, a primeira dose foi aplicada em 107.527 pessoas, a segunda em 344.179, a dose única em -679 pessoas, e a dose de reforço em 235.166 um total de 686.193 doses aplicadas.

Roraima divulgou uma redução de 1.362 doses únicas por conta de um “reprocessamento dos dados” para eliminar divergências como duplicidade. Por isso, o total de doses únicas ficou negativo.

Os Estados com maior porcentagem da população imunizada (com segunda dose ou dose única) são: São Paulo (76,16%), Mato Grosso do Sul (70,50%), Rio Grande do Sul (69,12%), Santa Catarina (68,64%) e Paraná (67,42%).

Já entre aqueles que mais tem sua população parcialmente imunizada estão São Paulo (81,62%), Santa Catarina (78,48%), Rio Grande do Sul (78,22%), Paraná (77,75%) e Minas Gerais (76,91%).

Casos e óbitos

O Brasil registrou 152 novas mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 615.606 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 196. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -2% e aponta tendência de estabilidade pelo nono dia seguido.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados na noite deste sábado. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Em 31 de julho, o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, 22.135.976 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 8.148 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 8.665 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +2% em relação aos casos registrados em duas semanas, voltando a indicar estabilidade nos diagnósticos.

Em seu pior momento, a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Seis Estados não tiveram registro de mortes nas últimas 24 horas: Roraima, Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Rio Grande do Norte. Já o Distrito Federal parou de divulgar atualizações em seus números durante os finais de semana.

— Em alta (6 Estados): Amapá, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais e Roraima.

— Em estabilidade (10): Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia e São Paulo.

— Em queda (10): Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

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