Quinta-feira, 30 de abril de 2026

Passageiros levam duas horas para desembarcar em aeroporto no Rio por causa do comprovante de vacinação

Em pelo menos um dos voos internacionais que pousaram na tarde desta terça-feira no aeroporto internacional Tom Jobim, no Rio, o certificado de vacinação contra a covid-19 estava sendo solicitado a todos os viajantes.

Essa foi a informação dada por mais de vinte passageiros que desembarcaram na cidade de um voo vindo de Houston, nos EUA, às 12h30. O controle rígido fez com que as pessoas demorassem até duas horas para cruzar o portão de desembarque.

“Eles estavam solicitando (o passaporte de vacinação) sim, de todo mundo, junto com as outras documentações, como PCR negativo e o formulário da Anvisa”, afirmou o publicitário Paulo Junger, de 39 anos.

Apesar de o passaporte da vacina não estar especificado como um documento obrigatório nos quadros de aviso, funcionários da Anvisa solicitavam o comprovante de brasileiros e turistas. No entanto, só havia dois agentes do órgão sanitário verificando a documentação dos cerca de 300 passageiros do voo. A demora nessa etapa do desembarque gerou reclamações, sendo um dos principais assuntos comentados com os familiares após abraços do reencontro.

O estudante João Pedro Giraldez, de 19 anos, que mora no Colorado, diz ter visto apenas uma pessoa sem o certificado de vacinação contra a covid-19 no desembarque.

“Era um americano, que estava vacinado mas não tinha o comprovante. Ele foi levado para uma sala separada. Não sei se o mandariam de volta ou se alguém dos Estados Unidos enviaria uma foto do comprovante”, relatou o estudante.

Além do longo tempo na fila para a verificação da documentação, os passageiros reclamaram também do calor. O ar condicionado não estava dando vazão. Em contrapartida, os passageiros tiveram que apresentar apenas uma vez a documentação contra a covid-19 ao chegar no Rio.

“O teste PCR negativo, o comprovante de vacinação e o formulário da Anvisa tive que apresentar só uma vez, nesse guichê da Anvisa. Depois foi só apresentar o passaporte na imigração. Mas esse processo durou mais de uma hora e depois que eu saí ainda tinha bastante gente na fila”, conta o estudante Thiago Marzan Moreira, de 18 anos, que mora na Califórnia.

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