Domingo, 26 de abril de 2026

Por que Shakira virou a “Loba”? Conheça história por trás do apelido

Com dias contados para desembarcar no Brasil, Shakira se apresenta gratuitamente na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, no dia 2 de maio. O evento, que dá continuidade ao projeto “Todo Mundo no Rio”, está sendo apelidado de “Lobacabana”, em referência ao apelido de Shakira. A “loba”, inclusive, já se apresentou pelo país mais de 40 vezes. Mas você sabe como ela passou a ser chamada assim?

A origem do apelido está diretamente ligada a uma das fases mais marcantes da carreira da artista. Em 2009, Shakira lançou o hit “She Wolf”. Na faixa, que ganhou versão em espanhol com o título “Loba”, a cantora explora uma narrativa de liberdade, instinto e autonomia feminina, usando a figura da loba como metáfora para uma mulher que assume seus desejos e sua própria identidade.

Além do sucesso nas paradas musicais, o conceito se estendeu à estética da artista: os fãs perceberam performances mais ousadas, coreografias intensas e uma imagem mais conectada ao lado selvagem e intuitivo.

Novo significado após a separação

Com o passar dos anos, o significado ganhou novas camadas. Após o fim do relacionamento com o ex-jogador Gerard Piqué, em 2022, em meio a rumores de traição, a imagem da “loba” voltou com ainda mais força na narrativa pública da colombiana.

A separação marcou um ponto de virada pessoal e artística, refletido em músicas mais diretas e emotivas. Nesse contexto, o apelido passou a simbolizar, para os fãs, não só uma fase criativa, mas também um momento de reconstrução e independência e afirmação.

Na faixa “Shakira: Bzrp Music Sessions, Vol. 53”, em parceria com Bizarrap, a cantora, inclusive, reformulou a imagem de “loba”, conectando o apelido a um momento de afirmação pessoal e artística.

Mulheres que correm com lobos

A associação da figura da “loba” ao universo feminino também é considerada um arquétipo que já vinha sendo explorado há décadas na espiritualidade, literatura e na psicologia.

Nos últimos anos, o termo ganhou ainda mais popularidade com o livro “Mulheres que Correm com os Lobos”, da escritora Clarissa Pinkola Estés, publicado originalmente nos Estados Unidos em 1992 e lançado no Brasil alguns anos depois.

Na obra, a autora utiliza a imagem da loba como metáfora para a natureza instintiva, criativa e intuitiva das mulheres, resgatando histórias e mitos que reforçam a conexão com a essência mais selvagem e autêntica.

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