Sexta-feira, 01 de julho de 2022

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Porto Alegre inicia nova etapa do monitoramento de infestação do Aedes aegypti

A partir desta segunda-feira (25), a SMS (Secretaria Municipal de Saúde) passa a gerar dados de infestação do mosquito Aedes aegypti na cidade com apoio de profissionais contratados pela empresa Ecovec, parceira da prefeitura no monitoramento desde 2012. Serão sete técnicos de monitoramento, um supervisor e uma bióloga.

A equipe vai monitorar semanalmente 910 armadilhas instaladas em 45 bairros definidos pela administração da DVS (Diretoria de Vigilância em Saúde) da SMS para coletar fêmeas de Aedes aegypti. As armadilhas atraem e capturam o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. O trabalho será realizado de segunda a sábado e os profissionais estarão identificados com crachá, uniforme e colete.

O diretor da Ecovec, Luís Barroso, explica que já a partir de quarta-feira, 27, os técnicos farão os deslocamentos pelo município com bicicletas elétricas, o que permitirá um descolamento ágil, ecológico e econômico.

O diretor da DVS, Fernando Ritter, destaca que esta nova fase do trabalho vai garantir a continuidade no monitoramento do mosquito Aedes aegypti na cidade e maior qualificação do processo de avaliação do monitoramento com o acompanhamento de um supervisor de campo e um biólogo responsável.

“Os agentes de combate a endemias que eram responsáveis pelo monitoramento poderão realizar atividades de controle do vetor nos territórios aos quais serão vinculados, bem como executar outras tarefas inerentes ao cargo.”

Todos os mosquitos capturados são identificados e enviados ao laboratório para análise de positividade viral através de técnicas específicas que irão informar se os mesmos estão contaminados com alguns dos vírus das seguintes arboviroses transmitidas por este vetor: dengue, zika e chikungunya.

O levantamento de infestação alimenta um mapeamento que embasa as ações da equipe da DVS para realizar ações de controle que visam, principalmente, a busca e eliminação de criadouros. Já a identificação de mosquitos com a presença de vírus pode disparar ações e controle químico (ação de inseticida) para bloquear a transmissão dos vírus. “Desta forma, o município trabalha na prevenção de casos humanos destas arboviroses e busca evitar ao máximo os surtos epidêmicos”, destaca Barroso.

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