Sábado, 02 de março de 2024

Prefeitura de Porto Alegre pede apoio da bancada gaúcha para a conclusão da segunda ponte do Guaíba

O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, convidou deputados federais e senadores da bancada gaúcha no Congresso Nacional para debater, na manhã desta segunda-feira (15), os problemas decorrentes da não conclusão das obras da segunda ponte do Guaíba, na entrada da cidade.

Os parlamentares, incluindo representantes da Assembleia Legislativa do RS e da Câmara Municipal, discutiram a possibilidade de destinar recursos a partir de emendas para o reassentamento das famílias que residem junto às alças de acesso à estrutura.

“Há dois importantes encaminhamentos a serem feitos. O término da obra civil que, tudo indica, deverá ocorrer na concessão, e fica nosso apelo para que seja o primeiro item da concessão. E a obra mais importante, que é a social, com o reassentamento das famílias”, disse Melo.

“Precisamos de um prazo para que isso seja resolvido. Apresentamos o nosso senso de urgência e a importância de finalizar essa obra. É a entrada de Porto Alegre, é o caminho da Arena do Grêmio ao Centro e um ponto de conexão de diversas regiões com a Capital”, afirmou o vice-prefeito Ricardo Gomes.

Conforme o secretário municipal de Habitação e Regularização Fundiária, André Machado, a prefeitura solicitou acesso ao cadastramento dos moradores realizado pelo Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes). O órgão informou que a ocupação inclui cerca de 600 famílias.

O coordenador da bancada gaúcha, Giovani Cherini (PR), afirmou que os parlamentares farão uma mobilização em Brasília para avançar nas negociações com o governo federal. “Reafirmamos o compromisso da bancada com essa solução. Vamos trabalhar para abrir rubrica e podermos assumir compromisso com a finalização das intervenções para a ponte e os moradores”, disse Cherini.

“Essa união de esforços é fundamental. Além da bancada oferecer um valor de emenda para ajudar no reassentamento, acertamos que promoverão junto com a prefeitura e o governo estadual reuniões nos ministérios envolvidos para que o governo federal aporte os recursos necessários, porque só valores de emendas não serão suficientes para enfrentar um tema dessa envergadura”, finalizou o prefeito.

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