Sábado, 22 de junho de 2024

Presidente do Chile, fica “preso” em tobogã infantil e cena viraliza

Ao passear em uma praça de Puntas Arenas, sua cidade natal, o presidente do Chile, Gabriel Boric, resolveu relembrar a infância ao brincar em um tobogã. O momento, porém, gerou uma cena de humor, após ele ficar preso por alguns momentos na saída do brinquedo. A cena foi grava e viralizou nas redes sociais.

No domingo (7), o Chile passa por eleições de uma nova Constituinte. Mais de 15 milhões de chilenos vão às urnas para escolher os 50 integrantes da comissão que vai escrever uma nova proposta de carta constitucional. Por isso, Boric está na sua cidade natal, para votar.

A cômica cena foi gravada por uma mulher, na praça. Quando Boric entra no tobogã, ela chega a comentar “não acredito”. Ao final, ao ver a dificuldade do presidente em sair do brinquedo, ela ri e brinca com o ocorrido.

Nova constituinte

A primeira tentativa de alterar a Constituição começou após a convulsão social de 2019 e foi rejeitada, por 62%, em setembro do ano passado. O resultado foi um duro golpe para o governo de esquerda do presidente chileno Gabriel Boric, que apoiava a proposta.

De lá para cá, o Parlamento manteve negociações transversais com todas as forças políticas que concordaram com a nova tentativa, mas com características bem diferentes da anterior. Dessa vez, não se vê mobilização social e os ventos são favoráveis aos conservadores.

De acordo com o colunista político Alfredo Joignant, o processo de mudança da Constituição chilena é intrincado e tem poucas chances de ultrapassar os acordos prévios (os 12 princípios-base constitucionais, como foram chamados) que precisam ser cumpridos para evitar as propostas que levaram à rejeição do primeiro texto. Um exemplo é a garantia de que o Chile seguirá sendo um Estado unificado, algo que foi posto em dúvida no processo anterior.

As reações

Após a divulgação dos resultados, Kast discursou em Santiago do Chile diante de seus partidários, aos quais dedicou o “triunfo” de seu partido.

Ele garantiu que a vitória deste domingo é “um sinal forte e claro do rumo que (os chilenos) querem para o nosso país”. Apesar disso, destacou que “não há o que comemorar, porque o Chile não está bem” e aludiu aos problemas econômicos e de segurança que afetam o país.

Boric, por sua vez, reconheceu a derrota que, garantiu, “foi marcada pela crise de segurança e de imigração que penetrou profundamente no espírito dos nossos compatriotas”.

O presidente convidou os partidos de direita que liderarão o novo Conselho Constituinte a “conseguir grandes acordos para nossa pátria”.

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