Terça-feira, 20 de janeiro de 2026
Por Redação do Jornal O Sul | 19 de janeiro de 2026
As apostas viveram períodos de tranquilidade no Brasil nos últimos anos. Desde a legalização em 2018, os operadores funcionavam normalmente pela internet e precisavam apenas de uma licença básica estrangeira para isso. Mas, foi o fim de 2023 que marcou o início de uma nova era: os anos de 2024, 2025 e 2026 marcarão a histórica consolidação das bets, mas agora, num terreno regulamentado e fiscalizado pelo governo.
Em outras palavras, a lei de regulamentação das bets foi sancionada, tirando esse mercado de uma zona cinzenta da lei e oficialmente liberando o seu funcionamento. Mas agora, todos os sites de apostas esportivas contam com várias novas exigências: pagamento de 30 milhões pela licença, necessidade de ter uma sede no Brasil, entre várias outras regras. Então, em 2026, as bets no Brasil entram de vez numa nova era: quais os desafios e o que esperar desse ano?
Uma “retrospectiva 2025” – até onde as apostas já caminharam no Brasil
Com a regulamentação de 2023, 2024 marcou o ano de várias mudanças: várias casas de saíram do país ou tiveram seus domínios bloqueados, e já em 2025, menos de 300 plataformas concentram todas as oportunidades legalizadas de apostas na internet. Assim, os apostadores assistiram acontecimentos como:
Desafios e expectativas para 2026
Em 2026, a grande vantagem é que nem os apostadores nem as casas de apostas precisam temer grandes revoluções. Embora mudanças impactantes possam acontecer, sobretudo por parte dos órgãos reguladores, fica claro que existe um diálogo maior entre todos os setores, e a direção das mudanças no Brasil já é clara.
IA e evolução tecnológica
Além da regulação amadurecendo, 2026 deve marcar uma nova fase tecnológica no setor. A IA vai muito além dos chatbots, ajudando a ajustar limites, prever risco e gerar odds mais contextuais, baseadas nos perfis, históricos e comportamentos dos jogadores. A missão aqui é tornar tudo mais justo.
Promoções e força de marca
Além disso, ainda dá para esperar uma retomada gradual e renovada de ofertas e bônus, agora com cautela e compliance. Por fim, num terreno bem mais organizado, em 2026, espere encontrar marcas cada vez mais fortes, que investem em marketing com inteligência, incluindo novas áreas como SEO. A regulação se intensifica, e quem entregar confiança, experiência e cuidado tende a liderar o próximo ciclo.
Infraestrutura e integrações sem falhas
Em 2026, o setor ainda vai sentir o peso das integrações obrigatórias. A diferença é que a fase já não é mais “fazer funcionar”, e sim fazer funcionar o tempo todo. Fluxos de verificação, checagens e troca de dados precisam ser consistentes, com menos travas e menos etapas manuais. Quando isso falha, o impacto aparece no ponto mais sensível: depósito, saque e validação do usuário.
Atendimento como parte do produto
Num mercado regulado, suporte lento deixa de ser um detalhe. Vira motivo de abandono. Em 2026, a expectativa do apostador é simples: resposta rápida, solução no primeiro contato e comunicação clara quando algo dá errado. Operadores que tratam atendimento como “custo” vão sofrer; quem trata como operação crítica reduz ruído, evita escaladas e segura confiança quando o sistema é pressionado.
Jogo responsável com ferramentas práticas
A conversa sobre jogo responsável já não depende só de avisos. Em 2026, o que vai separar plataformas é a utilidade das ferramentas. Limites fáceis de ajustar, pausas voluntárias sem burocracia, histórico de comportamento legível, alertas que fazem sentido e conteúdo direto, sem tom acusatório. A meta é reduzir risco sem infantilizar o jogador, e isso exige execução, não campanha.