Domingo, 05 de dezembro de 2021

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Winston Ling mostra a imensa lista de “entregas” feitas por Paulo Guedes ao País

O presidente Jair Bolsonaro, ao lado de Paulo Guedes, reiterou nesta sexta-feira que o ministro da Economia permanece no governo. Ontem, o empresário Winston Ling, amigo que apresentou Guedes a Bolsonaro, trouxe a público o que chama de algumas “entregas” do Ministro Paulo Guedes, em menos de 3 anos de governo e durante uma crise sanitária mundial que perdura há cerca de um ano e meio:

1) reforma da previdência: economia estimada em R$ 880 bi em 10 anos;

2) redução no gasto com pessoal pela primeira vez desde 2009. O custo do funcionalismo público caiu de R$ 286,4 bilhões em 2019 para R$ 285,3 bilhões em 2020.

3) BNDES vai devolver mais R$ 116,2 bilhões ao Tesouro até o final de 2022, sendo que mais da metade serão devolvidos ainda esse ano. Isso faz parte do acordo assinado com o Ministério da Economia que já fez retornarem ao cofres públicos mais de 400 bilhões de reais. Esse dinheiro era “emprestado” pelo Tesouro ( via endividamento) para financiar os empréstimos escandalosos da era PT ( JBS, Eike, Angola, Cuba, etc).

4) Secretaria do Orçamento Federal (SOF) editou semana passada portaria remanejando R$ 140 bilhões que estavam parados em Fundos Públicos para ajudar na gestão do endividamento e controle fiscal como contrapartida para a liberação do auxílio emergencial

5) Deficit primário vai cair de 10,5% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020 para 1,7% em 2021 e 0,3% em 2022 ( perspectivas até de superávit para 2022);

6) Aumento de arrecadação é transformado em redução de impostos.Em 2021, houve um significativo aumento da arrecadação federal. Estimativas da Receita Federal sugerem que o ano fechará com uma arrecadação adicional de cerca de R$ 200 bilhões. De acordo com a Secretaria de Política Econômica (SPE), desta arrecadação adicional, aproximadamente R$ 110 bilhões são estruturais. Dos R$ 200 bilhões adicionais, a SPE calcula que R$ 87,4 bilhões são do Imposto de Renda. Desse valor, R$ 58,5 bilhões são estruturais (66%). Desse ganho estrutural, 24,5% são destinados ao FPM (R$ 14,33 bilhões) e 21,5% ao FPE (R$ 12,58 bilhões). Esses recursos serão incorporados de forma permanente ao caixa dos entes subnacionais. Em vez de o governo usar esse excesso de arrecadação para aumentar o gasto público, parte desses recursos será devolvida ao cidadão brasileiro e às empresas. Segundo a Receita, a União devolverá à população aproximadamente R$ 23,1 bilhões em 2022, R$ 10,5 bilhões em 2023 e R$ 13,3 bilhões em 2024. Os estados repassarão R$ 11,2 bilhões em 2022, R$ 7,4 bilhões em 2023 e R$ 8,7 bilhões em 2024. Já os municípios devolverão R$ 12,8 bilhões em 2022, R$ 8,5 bilhões em 2023, e R$ 10 bilhões em 2024.

7) PIB surpreende e projeção para o ano já supera 5%;

Dívida pública cai pelo sexto mês em relação ao PIB e vai a 82,7% em agosto.”

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