Sábado, 29 de agosto de 2026

Governo federal prevê aporte de R$ 6 bilhões para os Correios em 2027

O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, afirmou ao g1 que o governo federal vai incluir um aporte de R$ 6 bilhões para os Correios na PLOA (Proposta de Lei Orçamentária) de 2027. O projeto será enviado ao Congresso Nacional na próxima segunda-feira (31).

Um aporte do governo nos Correios significa que o governo federal, por meio de transferência direta do Tesouro Nacional, vai repassar recursos para a empresa. Apesar da confirmação de que um novo aporte será feito, o ministro não detalhou como será feito.

Afundados em uma crise econômico-financeira sem precedentes, os Correios acumulam prejuízos ao longo dos últimos três anos, com queda de receitas e aumento de despesas.

No final do ano passado, Os Correios assinaram um empréstimo de R$ 12 bilhões com cinco dos principais bancos do país para reforçar o caixa da estatal em meio à crise financeira enfrentada pela empresa.

O acordo tem validade até 2040 e conta com garantia da União, o que significa que o governo federal dá respaldo à operação e reduz o risco para as instituições financeiras que concederam o crédito.

O empréstimo bilionário foi autorizado pelo Tesouro Nacional e faz parte do plano de reestruturação dos Correios, após cinco bancos apresentarem proposta de financiamento.

O acordo tem validade até 2040 e conta com garantia da União, o que significa que o governo federal dá respaldo à operação e reduz o risco para as instituições financeiras que concederam o crédito.

O empréstimo bilionário foi autorizado pelo Tesouro Nacional e faz parte do plano de reestruturação dos Correios, após cinco bancos apresentarem proposta de financiamento.

Com o aval do Tesouro, o governo federal deve honrar as parcelas do pagamento caso os Correios fiquem inadimplentes, ou seja, se a estatal não pagar. Trata-se de uma garantia adicional para os bancos que concederam o crédito.

Também no ano passado, a estatal anunciou um plano de reestruturação, que inclui corte de custos, PDV (Programa de Demissão Voluntária), venda de imóveis ociosos, renegociação de contratos, redução da jornada de trabalho, mudanças nos planos de saúde, retorno ao trabalho presencial e lançamento de um marketplace próprio.

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