Sábado, 02 de julho de 2022

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Jair Bolsonaro assina ficha no PL e faz uma exigência: “Não pode ter aliança com a esquerda”

O presidente da República Jair Bolsonaro assina ficha o PL (Partido Liberal) na manhã desta terça-feira, em Brasília, depois de muitas conversações que resolveram algumas dificuldades. Uma delas foi o apoio do PL ao candidato de João Doria ao governo de São Paulo. O PL reviu o acordo e aceitou lançar o Ministro da Infraestrutura para o governo paulista. Atualmente com 43 deputados federais, o PL deve aumentar sua bancada para 70 deputados. O reforço virá inclusive de deputados dos partidos que estão apoiando a pré-candidatura de Sérgio Moro à presidência.

Possíveis cenários tucanos no estado

A derrota do governador gaúcho Eduardo Leite para seu colega de São Paulo João Doria altera os cenários possíveis da eleição no Rio Grande do Sul. O PSDB poderá não indicar candidato ao governo e apoiar o deputado peemedebista Alceu Moreira. Os tucanos indicariam o vice e o MDB teria o candidato ao Senado.

Outras especulações no Estado

O Republicanos, partido com o número 10, trabalha com duas hipóteses: candidatura própria, ou coligar-se com o PP ou PL. Caso tenha de indicar o candidato a vice-governador, o nome do ex-presidente da Famurs (Federação das Associações de Municípios do RS) Luciano Pinto é um dos cogitados. Ontem, o ex-presidente da Famurs disse à coluna que desconhece essa possibilidade e que “no momento, de concreto trabalho para organizar minha pré-candidatura à Assembleia Legislativa”.

Unanimidade pela cassação de Ruy Irigaray

O placar de 12 a 0 na Comissão de Ética foi uma prévia do desfecho para o caso do deputado Ruy Irigaray que será julgado pelo plenário ainda no mês de dezembro. A Comissão de Ética Parlamentar da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, por unanimidade, a proposta de cassação do mandato do deputado. As próximas etapas serão a CCJ e o plenário da Casa que, pelo cronograma, pode acontecer até 20 de dezembro.

Teto de gastos será votado hoje na Assembleia

A Assembleia vota nesta terça-feira o Projeto de Lei Complementar 378/2021, que estabelece o Teto de Gastos do Estado. A proposta, decisiva para o estado aderir ao Regime de Recuperação Fiscal, estabelece por 10 anos um freio no crescimento das despesas do Poder Executivo, Legislativo, Judiciário, Tribunal de Contas, Ministério Público e Defensoria Pública.

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