Terça-feira, 18 de junho de 2024

Mais de 1,8 mil pessoas morreram até o momento no quarto dia de conflito entre Israel e Hamas

O general Dan Goldfus, do exército de Israel, afirmou nesta terça-feira (10) que mais de mil pessoas foram mortas pelos combatentes do Hamas desde o ataque do Hamas no sábado (7).

“Infelizmente dessa vez eles conseguiram matar mais de mil pessoas”, disse. O militar não especificou quais eram as nacionalidades das pessoas mortas.

Os mortos na retaliação contra a Faixa de Gaza são 830. Portanto, mais de 1.800 pessoas morreram desde o início da guerra. Além desses, o exército israelense informou, sem dar detalhes, que 1.500 combatentes do Hamas foram mortos em seu território.

Autoridades de ao menos nove países confirmaram ter cidadãos entre os mortos. Brasil, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Tailândia, Nepal, Camboja e Paraguai, registraram óbitos totalizando 51 pessoas. Algumas delas tinham cidadania israelense também. Ainda há vários estrangeiros desaparecidos.

Dois brasileiros foram mortos no conflito e uma outra está desaparecida. Os três participavam de uma festa rave de música eletrônica perto da fronteira com a Faixa de Gaza, atacada por integrantes do Hamas. O primeiro a ser identificado foi o gaúcho, de Porto Alegre, Ranani Glazer. Ele morava havia sete anos no país e tinha cidadania israelense. A segunda morte confirmada foi a de Bruna Valeanu. A jovem de 24 anos vivia em Israel havia 8 anos e estudava comunicação e marketing. Lá também moram a mãe e a irmã mais velha.

A brasileira desaparecida é Karla Stelzer Mendes, que nasceu no Rio de Janeiro e tem cidadania israelense, mora no país com o filho de 19 anos. O jovem faz parte do exército local.

Síria

Israel disse, ainda, que está respondendo a disparos vindos da Síria. Os projéteis caíram em uma área aberta, segundo os militares. Uma fonte no sul da Síria disse que uma facção palestina disparou três foguetes contra Israel, afirmou a Reuters.

Os militares disseram que os seus soldados dispararam “na direção da origem do lançamento na Síria”. Não há relatos de danos ou feridos.

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, um monitor de guerra com sede na Grã-Bretanha, disse que uma facção palestina conduziu o ataque com foguetes a partir do território sírio.

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