Domingo, 25 de fevereiro de 2024

Presidente dos Estados Unidos anuncia novo pacote “significativo” de ajuda à segurança para a Ucrânia

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou em comunicado nesta quarta-feira (01), um “novo pacote de assistência à segurança significativo” para a Ucrânia. Em breve nota, ele elogiou o esforço do povo ucraniano para “defender seu país e sua democracia contra a agressão russa” e reafirmou que Washington manterá esse apoio.

Graças a mais fundos aprovados para a Ucrânia no Congresso norte-americano, os EUA poderão enviar mais armas usadas para “repelir os ataques da Rússia”, diz Biden. O novo pacote, segundo ele, inclui armamento avançado para defender o território dos avanços militares russos.

Munições

Biden disse que o país fornecerá novos “sistemas de mísseis e munições mais avançados” à Ucrânia à medida que a guerra com a Rússia continua.

Em um editorial do New York Times publicado na terça-feira (31), Biden disse que o objetivo dos EUA é “ver uma Ucrânia democrática, independente, soberana e próspera com os meios para dissuadir e se defender contra novas agressões”.

O presidente disse que o novo carregamento de armas “permitirá que os ucranianos ataquem com mais precisão os principais alvos no campo de batalha”. Biden procurou explicar claramente quais eram os objetivos dos EUA na Ucrânia e teve o cuidado de observar que o país não está procurando engajar diretamente com a Rússia.

“Não buscamos uma guerra entre a Otan e a Rússia. Por mais que eu discorde de Putin e considere suas ações um ultraje, os Estados Unidos não tentarão provocar sua deposição em Moscou”. Há cerca de dois meses. Biden disse em Varsóvia que Putin “não pode permanecer no poder”.

“Enquanto os Estados Unidos ou nossos aliados não forem atacados, não estaremos diretamente envolvidos neste conflito, seja enviando tropas americanas para lutar na Ucrânia ou atacando forças russas”, escreveu ele.

O presidente também disse que o país “não está encorajando ou permitindo que a Ucrânia ataque além de suas fronteiras. Não queremos prolongar a guerra apenas para infligir dor à Rússia”.

 

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