Segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

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IBGE mostra que pobreza diminuiu no governo Bolsonaro, mesmo com pandemia

Uma das manchetes do fim de semana indicava que, segundo o IBGE, 1 de cada 4 brasileiros está sob a linha da pobreza. Seriam 51 milhões de brasileiros abaixo da linha de pobreza, no pós-pandemia.

O já famoso con$órcio da mídia funerária, responsável pela gigantesca perda de credibilidade da imprensa, em razão das escandalosas mentiras que publica, é claro, destacou essa manchete supondo que atingiria o governo de Jair Bolsonaro. Mas os números mostram exatamente o contrário.

Comparando o IBGE com o IBGE

Em 2008, a mídia brasileira acreditou na conversa de vigarista, quando o ex-presidiário Lula proclamou a abolição da pobreza no Brasil num estalar de dedos, graças ao midiático programa Fome Zero. E Lula saiu pelo mundo alardeando essa mentira e cobrando 500 mil reais por palestras que não fez. Só o con$órcio da impren$a acreditava.

Veio 2016, ano em que o Brasil foi salvo com a expulsão de Dilma do emprego de poste, por incompetência e falta de honestidade, e o IBGE indicava: mais de 52 milhões de brasileiros viviam abaixo da linha da pobreza. Foram 52 milhões de brasileiros abaixo da linha de pobreza, sem pandemia. Em 2016. Relembrando: o IBGE disse nesta sexta-feira, dezembro de 2021, que no Brasil pós-pandemia, existem 51 milhões de brasileiros abaixo da linha de pobreza.

Portanto, descontando a pandemia, ainda assim existem 1 milhão de pessoas a menos, abaixo da linha de pobreza. Essa análise comparativa, o con$órcio da mídia funerária não faz. Se a fizesse, chegaria à conclusão que o governo Dilma foi mais devastador para os pobres, que a pandemia.

Comida no Prato, um programa real

Sem maior divulgação pela mídia, como tem sido comum quando se trata de notícias positivas, o Governo Federal, por meio do Ministério da Cidadania, lançou mais um programa de combate à insegurança alimentar, o Brasil Fraterno – Comida no Prato. O Programa vai conectar empresas interessadas em doar alimentos e instituições habilitadas a recebê-los. Um dos pontos da iniciativa é modernizar o acesso e dar visibilidade à possibilidade de isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços para doações de empresas.

MDB quer ter cabeça em 2022

O congresso do MDB gaúcho reafirmou a disposição do partido de apresentar candidato ao governo do estado em 2022. Três nomes se apresentaram: Alceu Moreira, José Paulo Cairoli e Gabriel Souza. A saída seria uma prévia, mas tanto Cairoli quanto Gabriel já anteciparam que, se Alceu Moreira se apresentar, desistem da disputa interna.
Há uma boa possibilidade do MDB ceder a vice para o PSDB, e consenso em apresentar Alceu Moreira para o governo e o ex-governador José Ivo Sartori para o Senado.

Grupo Puebla discute derrotas da esquerda

O que a direita talvez não tenha se dado conta, ao cair na armadilha da disputa de vaidades, é que em 2022 não estará em jogo a reeleição de Jair Bolsonaro, mas o projeto que ele representa. A esquerda vem sofrendo duras derrotas na região. O site DefesaNet, publicação do jornalista gaúcho Nelson During descreve o encontro do chamado Grupo Puebla, encerrado quinta-feira (2) na Cidade do México, para definir estratégias da esquerda, para reverter as duras derrotas que tem sofrido na região, a mais recente na Argentina com a perda de maioria no Senado. A reunião, sob patrocínio das ditaduras de Cuba e Venezuela, teve a participação, via internet ou presencial, de altas autoridades da Argentina, Bolívia, Peru e México, incluindo os presidentes Alberto Fernández e Luis Arce da Argentina e Bolívia, a vice-presidente peruana Dina Boluarte e ministros da Argentina e do México.

Em todo o Brasil, advogados rejeitam linha esquerdopata na OAB

Não foi apenas no Rio Grande do Sul, com a eleição de Leonardo Lamachia, que os advogados disseram um sonoro NÃO ao aparelhamento da Ordem dos Advogados do Brasil, capitaneada vergonhosamente pelo advogado Felipe Santa Cruz. O balanço final mostra que, além do Rio Grande do Sul, em outras 24 Seccionais da OAB os advogados rejeitaram a linha sugerida pelo esquerdopata presidente nacional. Apenas no Rio de Janeiro, em Pernambuco e Roraima a esquerda venceu.

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