Sexta-feira, 01 de julho de 2022

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Nova base cartográfica do Rio Grande do Sul atualiza dados da década de 1970

O governo do RS lança nesta terça-feira (19) a base cartográfica digital da RF1 (Região Funcional 1), área que abrange, entre outros, municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre, Vale do Sinos e Vale do Caí.

Trabalho desenvolvido a partir de uma parceria firmada em 2017 entre o Estado e o Exército Brasileiro, o material traz uma base de informações geográficas sobre o território com dados relativos ao relevo, hidrografia, sistema de transportes, energia, estrutura viária, comunicações entre outras, com maior nível de detalhamento.

O mapeamento relativo à região da capital foi realizado na escala 1:25.000, um aprimoramento em relação ao trabalho anterior, disponibilizado na escala 1:50.000.

Para celebrar o lançamento do trabalho, liderado no governo estadual pelo Departamento de Planejamento Governamental da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão, será realizada uma live de apresentação do material, seguida de debate.

Cartografia digital

A RF1 abrange 12% da área do Estado, tem 70 municípios e é onde está concentrada a maior parte da população do Estado. A nova cartografia disponibilizada atualiza dados da década de 1970 sobre o território e é fruto de um termo de cooperação assinado pelo governo estadual com o Exército em que foi investido R$ 18,47 milhões, dos quais R$ 11,5 milhões por parte do Estado, recursos oriundos do Programa de Apoio à Retomada do Desenvolvimento Econômico e Social do RS (Proredes Bird), com contrapartida de R$ 6,97 milhões do Exército.

Para o trabalho, foram produzidas 174 cartas topográficas. Os produtos cartográficos utilizados estão classificados no Padrão de Exatidão Cartográfica – Produtos Cartográficos Digitais Classe A, o que representa o maior nível de qualidade para esta escala. O controle de qualidade foi feito pelo 1°CGEO.

De acordo com o subsecretário de Planejamento da SPGG, Antônio Cargnin, a nova cartografia fornece insumos tanto para construção, monitoramento e elaboração de políticas pelo poder público como para a elaboração de estratégias pela iniciativa privada e também para as universidades promoverem o estudo do território.

“Hoje são poucas as áreas do país mapeadas na escala 1:25.000 e o governo disponibilizará esses dados em um portal público, acessível a qualquer pessoa interessada”, destaca Cargnin.

Após o lançamento, os dados de natureza geoespacial estarão disponíveis no Portal da Iede, ferramenta que contém uma série de informações de natureza geoespacial do Estado.

Sobre a Iede

A Infraestrutura Estadual de Dados Espaciais  representa o conjunto integrado de tecnologias, políticas, mecanismos e procedimentos de coordenação e monitoramento, padrões e acordos, necessários para facilitar e ordenar a geração, o armazenamento, o acesso, o compartilhamento, a disseminação e o uso dos dados geoespaciais.

O Geoportal é a interface pública da Infraestrutura e vem se consolidando como a principal plataforma de compartilhamento de dados geoespaciais, serviços e aplicações do Estado do Rio Grande do Sul.

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