Terça-feira, 28 de abril de 2026
Por Redação do Jornal O Sul | 28 de abril de 2026
A busca por resultados rápidos na balança tem levado muitas mulheres a recorrer a dietas restritivas e medicamentos para emagrecimento. No entanto, a pressa para perder peso pode trazer efeitos que vão além da estética. Entre eles está a flacidez da pele, que não se limita a regiões como abdômen, braços e coxas, podendo atingir também a região íntima feminina — um tema ainda pouco discutido.
Segundo a médica Renata Magalhães, o problema está diretamente relacionado à velocidade da perda de gordura corporal. “A pele precisa de tempo para se adaptar. Quando o emagrecimento acontece de forma muito rápida, há comprometimento da sustentação do colágeno e da elastina, o que favorece a flacidez em diferentes áreas do corpo”, explica.
Embora as regiões mais lembradas sejam as mais visíveis, a médica destaca que estruturas como os grandes lábios e o monte pubiano também podem ser afetadas. “A flacidez pode atingir essas áreas, causando não apenas desconforto estético, mas também funcional. Há relatos de incômodo ao usar roupas mais justas, praticar atividades físicas e até durante a relação sexual”, afirma.
Para reduzir esses efeitos, o emagrecimento deve ocorrer de forma gradual e com acompanhamento profissional. “Existe uma velocidade mais segura para perder peso. Processos muito agressivos tendem a gerar consequências, e a flacidez é uma das principais”, alerta.
Além das alterações físicas, o impacto pode ser emocional. De acordo com a médica, é comum que pacientes se sintam satisfeitas com a perda de peso, mas frustradas com a flacidez. “Isso mostra que o cuidado com o corpo precisa ser integral, não apenas focado no número da balança”, observa.
Há, no entanto, formas de prevenção e tratamento. Entre as estratégias estão alimentação equilibrada, hidratação adequada, estímulo à produção de colágeno e, em alguns casos, procedimentos médicos. “Atualmente existem desde tecnologias não invasivas até intervenções cirúrgicas que podem ajudar a devolver firmeza e conforto. O mais importante é avaliar cada caso de forma individualizada”, destaca.
A médica reforça que o processo de emagrecimento deve considerar não apenas a redução de peso, mas também a forma como o corpo reage às mudanças. “Não se trata apenas de emagrecer, mas de cuidar da resposta do organismo ao longo desse processo”, conclui.
Por Redação do Jornal O Sul | 28 de abril de 2026
A busca por resultados rápidos na balança tem levado muitas mulheres a recorrer a dietas restritivas e medicamentos para emagrecimento. No entanto, a pressa para perder peso pode trazer efeitos que vão além da estética. Entre eles está a flacidez da pele, que não se limita a regiões como abdômen, braços e coxas, podendo atingir também a região íntima feminina — um tema ainda pouco discutido.
Segundo a médica Renata Magalhães, o problema está diretamente relacionado à velocidade da perda de gordura corporal. “A pele precisa de tempo para se adaptar. Quando o emagrecimento acontece de forma muito rápida, há comprometimento da sustentação do colágeno e da elastina, o que favorece a flacidez em diferentes áreas do corpo”, explica.
Embora as regiões mais lembradas sejam as mais visíveis, a médica destaca que estruturas como os grandes lábios e o monte pubiano também podem ser afetadas. “A flacidez pode atingir essas áreas, causando não apenas desconforto estético, mas também funcional. Há relatos de incômodo ao usar roupas mais justas, praticar atividades físicas e até durante a relação sexual”, afirma.
Para reduzir esses efeitos, o emagrecimento deve ocorrer de forma gradual e com acompanhamento profissional. “Existe uma velocidade mais segura para perder peso. Processos muito agressivos tendem a gerar consequências, e a flacidez é uma das principais”, alerta.
Além das alterações físicas, o impacto pode ser emocional. De acordo com a médica, é comum que pacientes se sintam satisfeitas com a perda de peso, mas frustradas com a flacidez. “Isso mostra que o cuidado com o corpo precisa ser integral, não apenas focado no número da balança”, observa.
Há, no entanto, formas de prevenção e tratamento. Entre as estratégias estão alimentação equilibrada, hidratação adequada, estímulo à produção de colágeno e, em alguns casos, procedimentos médicos. “Atualmente existem desde tecnologias não invasivas até intervenções cirúrgicas que podem ajudar a devolver firmeza e conforto. O mais importante é avaliar cada caso de forma individualizada”, destaca.
A médica reforça que o processo de emagrecimento deve considerar não apenas a redução de peso, mas também a forma como o corpo reage às mudanças. “Não se trata apenas de emagrecer, mas de cuidar da resposta do organismo ao longo desse processo”, conclui.