Domingo, 25 de fevereiro de 2024

Ronaldinho Gaúcho, Kaká, Alex e outros ídolos brasileiros do futebol marcaram presença na final da Champions

Vencida pelo Manchester City (Inglaterra) com um placar de 1 a 0 sobre a Inter de Milão (Itália) nesse fim de semana, a final da Champions League (Liga dos Campeões da Europa) tinha apenas um brasileiro em campo: o goleiro Ederson, do time campeão. Mas nas arquibancadas estavam presentes alguns dos maiores ídolos da história recente da Seleção.

A lista inclui Ronaldinho Gaúcho, Kaká (acompanhado do filho Luca, no dia de seu 15º aniversário), Alex, Julio Cesar, Lúcio, Maicon e Fernandinho, todos convidados para acompanhar de perto a decisão do título, realizada em partida única e com local neutro – o Estádio Olímpico Atatürk, em Istambul, na Turquia.

Desse grupo, quatro têm preferência óbvia na decisão. O trio Julio Cesar, Lúcio e Maicon fez parte da defesa da Inter na última conquista italiana da Champions, na temporada 2009-2010. Adriano Imperador, outro ídolo brasileiro da torcida da Inter, também era esperado, mas não compareceu.

Já o volante Fernandinho, liberado pelo Athletico-PR enquanto se recupera de uma lesão, não conseguiu o título pelo City na final de dois anos atrás e agora torce pelos ex-colegas na busca pela conquista inédita para o clube.

Ronaldinho Gaúcho foi campeão europeu com o Barcelona em 2005-2006 e Kaká levantou a taça da Champions na temporada seguinte, pelo garqui-rival da Inter, o Milan. O outro brasileiro no estádio estava “em casa”: Alex, que já vestiu a camisa do Fenerbahçe (Turquia), com status de mito.

A título de curiosidade, não faltou nem mesmo a presença do influenciador digital baiano “Luva de Pedreiro”, famoso internacionalmente por seus humildes vídeos de futebol nas redes sociais. Ele chegou a ser tietado por torcedores que o reconheceram, alguns deles ilustres como Haaland – centroavante do Manchester City e Seleção Norueguesa.

O jogo

A vitória do Manchester City sobre a Inter de Milão foi obtida com um gol do espanhol Rodri no segundo tempo. O resultado deu ao time britânico o seu primeiro título da Champions League (Liga dos Campeões da Europa), de forma invicta.

Não faltou emoção nos minutos finais, que contrastaram com o jogo amarrado que tomou conta de boa parte da decisão. O goleiro brasileiro Ederson também foi fundamental e, bem posicionado, evitou o gol de empate dos italianos nos segundos finais do jogo.

Como campeão da Champions, o Manchester City será o representante europeu no Mundial de Clubes da Federação Internacional de Futebol (Fifa), em dezembro, na Arábia Saudita. Também garante classificação para o novo formato da mesma competição, a partir de 2025.

A conquista é emblemática do investimento bilionário feito no clube por empresários dos Emirados Árabes Unidos desde 2008. Também insere mais uma façanha na carreira do técnico espanhol Pep Guardiola, que assumiu o comando da equipe em 2016.

Essa é a terceira vez em que ele está à frente de um time que ergue a taça (as duas primeiras foram com o Barcelona, nas temporadas de 2008-2009 e 2010-2011) – sem contar a faixa como atleta em 1991-1992.

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