Terça-feira, 18 de junho de 2024

Coronavírus já custou 42.224 perdas humanas no Rio Grande do Sul

Balanço publicado nessa sexta-feira (19) pela Secretaria Estadual da Saúde (SES) adicionou 631 testes positivos e quatro mortes à estatística do coronavírus no Rio Grande do Sul. Com isso, em três anos e dois meses desde a chegada da pandemia são quase 3,04 milhões de contágios conhecidos no mapa gaúcho, dos quais 42.224 resultaram em óbito.

Apenas uma das 497 cidades gaúchas não registra qualquer perda humana para a covid. Trata-se de Novo Tiradentes, localizada na Região Norte do Estado e que soma 573 casos confirmados, sem novas ocorrências nas últimas semanas.

Dos registros de contágio conhecidos até agora em território gaúcho, em mais de 2,99 milhões o paciente já se recuperou (aproximadamente 98% do total). Outros 4.176 (menos de 1%) são considerados casos ativos, ou seja, a pessoa está infectada e com possibilidade de transmitir a doença para outros indivíduos.

As internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associada à covid chegaram a 133.100 (cerca de 4% dos testes positivos realizados até o momento). O número diz respeito aos registros desde março de 2020, época das primeiras notificações de casos de coronavírus no Estado.

Já o índice de ocupação das unidades de terapia intensiva (UTIs) estava em 86,6% no final da tarde, contra 86,1% no dia anterior. A taxa resulta da proporção de 1.717 pacientes para 1.982 vagas em estruturas desse tipo, de acordo com o painel on-line de monitoramento covid.saude.rs.gov.br.

Vacinação em Porto Alegre

Conforme logística adotada desde o ano passado, a aplicação de vacinas contra covid é interrompida em Porto Alegre durante os fins de semana (salvo por ações esporádicas). O serviço é retomado normalmente às segundas-feiras, contemplando todos os públicos aptos à imunização.

São dezenas de postos da rede municipal oferecendo o procedimento, alguns com expediente prolongado até as 22h. Locais, horários, telefones de contato e outros detalhes podem ser consultados em prefeitura.poa.br.

– Estão disponíveis as duas doses básicas dos 6 meses em diante, bem como primeiro e segundo reforços (a partir de 12 e 18 anos, respectivamente).

– Também prossegue a aplicação da vacina bivalente para todos que já completaram 18 anos, bem como profissionais da saúde, gestantes, puérperas e, a partir dos 12 anos, pessoas com comorbidades, deficiência permanente ou baixa imunidade.

De modo geral, nos procedimentos a partir da primeira dose do esquema primário, os intervalos mínimos entre cada injeção variam de 28 dias a quatro meses. No caso dos pequenos entre 6 meses e 3 anos incompletos, são três aplicações com intervalo de quatro semanas entre a primeira e a segunda, seguida de uma espera de oito semanas até a terceira.

Para adolescentes e adultos, em aplicações de primeira dose deve ser apresentada identidade com CPF. Não é exigido o comprovante de residência. A gurizada até 12 anos, por sua vez, não necessita de prescrição médica mas é solicitado o cartão de vacinação contra outras doenças. Mãe, pai ou responsável devem estar presentes – ou outro adulto, mediante autorização por escrito.

Depois da primeira injeção é obrigatório o cartão de controle fornecido pelo agente de saúde. Pode se dirigir aos locais indicados quem recebeu Coronavac há pelo menos 28 dias, ao passo que os contemplados com Oxford e Pfizer devem aguardar intervalo de quatro meses entre as duas “picadas”.

Já para o primeiro e segundo reforços é solicitada a mesma documentação da segunda dose do ciclo básico de imunização. O cartão de controle deve comprovar a conclusão do esquema de imunização completo (duas doses ou aplicação única da Janssen, mais a primeira injeção adicional) há pelo menos quatro meses.

Na vacina bivalente, por sua vez, a exigência é de que o indivíduo já tenha completado há pelo menos quatro meses o esquema primário (duas doses de Coronavac, Oxford e Pfizer ou dose única da Janssen) ou básico (que inclui o primeiro reforço).

(Marcello Campos)

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