Sexta-feira, 14 de agosto de 2026
Por Redação do Jornal O Sul | 14 de agosto de 2026
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,4% no segundo trimestre deste ano, apresentando uma redução de 0,7 ponto percentual na comparação com os três meses anteriores (6,1%) e um recuo de 0,4 ponto percentual frente ao mesmo período de 2025 (5,8%).
Em relação ao trimestre imediatamente anterior, a taxa de desocupação diminuiu em 13 unidades da Federação: Santa Catarina (-0,6 ponto percentual), Maranhão (-0,9 ponto percentual), Espírito Santo (-0,9 ponto percentual), Mato Grosso (-0,9 ponto percentual), Goiás (-1 ponto percentual), Rondônia ( -1,0 ponto percentual), Mato Grosso do Sul (-1,1 ponto percentual), Minas Gerais (-1,2 ponto percentual), Alagoas (-1,3 ponto percentual), Tocantins (-1,5 ponto percentual), Acre (-1,6 ponto percentual), Paraíba (-1,6 ponto percentual) e Rio Grande do Norte (-1,9 ponto percentual).
As taxas dos demais Estados ficaram estáveis. Os maiores índices foram registrados no Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Pernambuco (8,3%), Piauí (8,3%) e Sergipe (7,9%). As menores ocorreram em Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%).
A taxa de desocupação por sexo foi de 4,6% para os homens e 6,4% para as mulheres no segundo trimestre de 2026. Já a taxa de desocupação por cor ou raça ficou abaixo da média nacional (5,4%) para os brancos (4,2%) e acima para os pretos (6,9%) e pardos (6,1%).
A taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto (9%) superou as dos demais níveis de instrução. Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi 5,6%, quase o dobro da verificada para o nível superior completo (3%).
No segundo trimestre de 2026, o índice de empregados com carteira assinada era de 74,4% dos trabalhadores do setor privado no País.
O percentual da população ocupada trabalhando por conta própria no segundo trimestre foi de 25,3%.
A taxa de informalidade do País ficou em 37,4% da população ocupada. De abril a junho, o País tinha 1,1 milhão de pessoas que buscavam por trabalho há dois anos ou mais. Esse contingente recuou 15,6% em relação ao segundo trimestre de 2025, quando 1,3 milhão de pessoas estavam nessa condição.
Já 1,1 milhão de pessoas buscavam por trabalho há menos de um mês. Esse contingente caiu 2,4% ante o mesmo trimestre de 2025, quando 1,2 milhão de pessoas buscavam uma ocupação há menos de um mês.
Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (14).